Ator argentino Marcelo Córdoba aponta o México como "responsável" pelo ódio contra a Argentina
O artista, conhecido no país por aparecer em várias novelas, está sendo fortemente criticado por suas declarações recentes.


O ator argentino Marcelo Alejandro Córdoba juntou-se à onda do que seus compatriotas pensam sobre a rejeição que a Argentina está causando ao redor do mundo após a Copa do Mundo de 2026 e acendeu o pavio ao apontar que parte dessa tendência de "ódio" imposta teve origem no México.
Córdoba foi muito claro e explícito ao expressar seu ponto de vista sobre a tendência de comentários contra a Argentina após a atuação da seleção albiceleste na última Copa do Mundo, na qual perdeu a final para a Espanha por 1 a 0.
"Grande parte do 'ódio' veio do México e foi o que mais me surpreendeu, e a Copa do Mundo foi a desculpa perfeita para as pessoas expressarem um sentimento que já tinham contra os argentinos, para soltarem tudo o que queriam dizer sem sentir qualquer tipo de culpa, já que estavam amparadas pela onda de 'ódio' que foi criada", disse o ator nascido na cidade de Buenos Aires.
'Córdoba também não responsabiliza inteiramente os mexicanos por essa onda contra seu país e reconhece que os argentinos são em grande parte os culpados por o "mundo" ter se voltado contra eles.'
"Nós [argentinos] também não ajudamos com nossas atitudes, porque temos algumas coisas que entram em conflito com o resto da América Latina e o resto do mundo", explicou o ator, conhecido no país por aparecer em várias novelas de sucesso.
O argentino também foi muito duro com seus compatriotas ao afirmar claramente que "sim, existem argentinos arrogantes, presunçosos e zombeteiros, mas também existem os abertos e trabalhadores".
'Em relação ao sentimento que ele tem de que os mexicanos foram os ideólogos por trás do ataque "massivo" contra a Argentina, Córdoba ofereceu uma reflexão: "Generalizações são ruins, seria como eu dizer que todos os mexicanos são criminosos. Essa é uma generalização ruim, porque vocês são pessoas decentes e trabalhadoras".'