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Di María: "Para mim, a Copa do Mundo terminou com a vitória sobre a Inglaterra"

"El Fideo" falou após a derrota do Rosário no Clausura e confirmou que, para ele, Messi pode jogar enquanto quiser: "Aos 39 anos, ele continua mostrando por que é um dos melhores da história".

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Ángel Di María voltou a ser notícia nesta quinta-feira, embora não apenas pelo que aconteceu em campo. Após a derrota do Rosario Central por 2 a 1 para o Belgrano, na estreia do Canalla no Torneio Clausura de 2026, o "Fideo" analisou primeiro a partida com autocrítica e um senso de injustiça: reconheceu que a equipe teve dificuldades para engrenar no primeiro tempo, embora tenha destacado que melhoraram depois e que, na sua opinião, não mereciam perder fora de casa.

Mas o verdadeiro foco das suas declarações foi o papel da seleção argentina durante a Copa do Mundo de 2026. Di María foi direto ao estabelecer seu próprio limite emocional do torneio: para ele, "a Copa do Mundo terminou com a Inglaterra", em referência à histórica vitória da Albiceleste nas semifinais, um resultado que, como enfatizou, deu ao país inteiro uma alegria enorme, quase independentemente do que aconteceu depois na final. "Ter vencido a Inglaterra deu ao país a sua maior alegria", destacou.

Derrotar a Inglaterra trouxe ao país a sua maior alegria

Ele não tem teto

O campeão mundial no Catar 2022 também quis deixar clara sua posição sobre o futuro das duas grandes figuras do ciclo: Lionel Messi e Lionel Scaloni. Sobre o capitão, foi categórico ao afirmar que, apesar de ter 39 anos, ele continua mostrando por que é um dos melhores da história, e expressou o desejo de que ele continue pelo tempo que ele mesmo decidir. Na mesma linha, referiu-se ao técnico, apoiando abertamente sua continuidade à frente da seleção nacional. "Scaloni é a Scaloneta. Espero que ele fique", destacou.

Com esta mensagem, Di María reafirma o protagonismo que ainda tem dentro e fora de campo, mesmo agora de volta ao Rosario Central, o clube que ama e para o qual retornou este ano. Suas palavras, além disso, surgem em meio a uma certa polêmica gerada nos últimos dias por uma postagem institucional do próprio Central que não incluía imagens de Messi ou Scaloni, um contraste que reforçou ainda mais o peso do apoio público que o próprio Di María decidiu demonstrar à atual geração da seleção nacional.

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