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Trump expressa forte apoio a Infantino, da FIFA: 'Ele entregou a Copa do Mundo mais bem-sucedida da história'

O Presidente reforça no Truth Social: 'Seria um erro terrível substituí-lo'

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A crise na FIFA chegou à Casa Branca. O presidente Donald Trump saiu em defesa de Gianni Infantino nesta segunda-feira, justamente quando o edifício institucional do futebol mundial começa a rachar ao seu redor.

O gatilho veio horas antes. A UEFA, a Confederação Asiática de Futebol (AFC) e a Concacaf emitiram uma declaração conjunta na qual colocaram o presidente da FIFA contra as cordas. O motivo: um projeto de reestruturação do calendário da Copa do Mundo que Infantino lançou sem a aprovação dos órgãos correspondentes.

A controvérsia forçou o oficial suíço a retirar a proposta, mas o dano já estava feito. As três confederações falaram em "quebra de confiança" e pediram diretamente uma mudança na liderança da organização.

Trump vem ao resgate

Foi então que Trump decidiu agir. Através da sua conta no Truth Social, o presidente dos EUA escreveu:

A FIFA estaria cometendo um erro terrível se, por qualquer motivo, considerasse substituir o Presidente Gianni Infantino. Ele é fantástico e acabou de presidir a Copa do Mundo mais bem-sucedida de todos os tempos, por quatro vezes. Se ele sair, nunca mais será tão bem-sucedida ou lucrativa. Obrigado pela atenção a este assunto. Presidente DJT

Uma amizade testada por crises

Não é a primeira vez que Trump sai em defesa de Infantino. Os dois cultivam uma relação próxima desde a organização da Copa do Mundo de 2026, que foi realizada entre Estados Unidos, México e Canadá. O próprio Infantino presenteou Trump com o recém-criado "Prêmio Nobel da Paz da FIFA" durante o sorteio do torneio e o convidou para participar da cerimônia de entrega do troféu na final.

No entanto, a relação nem sempre foi uma via de mão dupla: em maio, Trump se distanciou publicamente de Infantino ao criticar a precificação dinâmica dos ingressos da Copa do Mundo, dizendo que ele também não pagaria por eles.

Apesar do apoio de Trump, a pressão sobre o suíço continua a crescer. Este é o momento de maior fragilidade política que ele já enfrentou desde que assumiu a presidência da FIFA, com três das confederações mais poderosas do futebol mundial alinhadas contra ele. O impasse entre Zurique e Washington, por enquanto, permanece em aberto.

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